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segunda-feira, 4 de junho de 2012

O que é Inflamação?



A inflamação é uma reação do organismo frente a uma infecção ou lesão dos tecidos. Num processo inflamatório a região afetada fica avermelhada e quente, isto ocorre devido a um aumento do fluxo do sangue. Ocorre ainda inchaço e hipersensibilidade como resultado da infiltração de líquidos nos tecidos locais, aumentando, assim, a tensão da pele.

Na dor localizada participam certas substâncias químicas produzidas pelo organismo. Dentro da área inflamada ocorre o acúmulo de células provenientes do sistema imunológico (leucócitos, macrófagos e linfócitos).


Os leucócitos destroem o tecido danificado e enviam sinais aos macrófagos, que ingerem e digerem os antígenos e o tecido morto. Em algumas doenças este processo pode apresentar caráter destrutivo e o tratamento dependerá da causa da inflamação.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

O profissional que todos deveriam visitar!



Se você pensa que a ajuda do nutricionista só é necessária para quem quer emagrecer, então está na hora de mudar sua opinião. Uma alimentação adequada traz para o organismo tantos benefícios que todos deveriam ter a consciência de praticá-la todo dia.

Cerca de 80% das doenças cardíacas, acidente vascular cerebral (AVC), diabetes tipo II e 40% dos cânceres poderiam ser evitados a partir de uma dieta saudável, defende o Ministério da Saúde. Além de eliminar os quilinhos a mais, veja os oito motivos para você ir correndo a um nutricionista:

1. De olho na saúde
Uma alimentação balanceada, rica em nutrientes e com uma variação de carboidratos, proteínas e minerais é capaz de diminuir o risco de infartos, de doenças crônicas, como a diabetes e a hipertensão, e até proteger contra o câncer. O nutricionista atua diretamente com a medicina preventiva através da alimentação. Se as pessoas tivessem o hábito e a preocupação de procurar um desses especialistas para montar um cardápio saudável, teríamos uma expectativa de vida cada vez maior.

2. Criança que come bem
Já pensou em levar seu filhote para uma consulta? Um nutricionista pode contribuir diretamente com o desenvolvimento do seu pequeno. Todas as fases da vida têm suas particularidades nutricionais que devem ser priorizadas, e na infância isso é muito forte. As necessidades de cálcio (que ajudam no desenvolvimento dos ossos e dos dentes) e de ferro (fundamental no combate da anemia) aliados a um bom cardápio, recheado de muitos nutrientes e minerais e sem excessos de gordura e açúcar, podem fazer toda a diferença quando o assunto é crescimento saudável.

3. De bem com a balança
Se o excesso de peso é o problema, o tratamento com um nutricionista pode eliminar a gordura extra e ensinar você a comer direito, ou seja, os quilos não voltam mais. Os maus hábitos alimentares geram milhões de pessoas com excesso de peso em limites perigosos e são a maior ameaça a saúde pública mundial. A obesidade é considerada a doença do milênio, constituindo a principal causa de mortes evitáveis no mundo. O nutricionista é o profissional capacitado para fazer uma avaliação individualizada e recomendar a dieta ideal para cada caso, além de colaborar para sanar o problema da obesidade.

4. Gravidez saudável
Algumas fases da vida necessitam de orientação específica, como na gestação. O estado nutricional materno pode interferir no crescimento e desenvolvimento do feto. A adequação de nutrientes e o ganho de peso adequado são fundamentais para uma evolução positiva da gestação, evitando o surgimento de doenças, como a obesidade, a diabetes gestacional e até problemas como a má formação do feto.

5. Energia a mil
Está se sentindo cansado ou sem pique para realizar as atividades do dia-a-dia? Dê uma boa olhada na geladeira, nos armários da cozinha e, por fim, no seu prato de comida. Uma simples garfada carrega a resposta para o desânimo, como uma quantidade certa de carboidratos, que, na dose adequada, não oferecem risco para a dieta. Através do equilíbrio da alimentação, o paciente torna-se uma pessoa mais produtiva no trabalho, com mais disposição para executar as tarefas cotidianas. A auto-estima também melhora a partir do alcance do peso desejado. Isso acontece porque suprimos a falta de determinados nutrientes que deixa uma pessoa abatida.

6. Atividades físicas
Outro beneficio da nutrição está totalmente relacionado à prática de atividades físicas. O corpo colhe mais resultados quando há uma alimentação equilibrada em nutrientes e minerais e direcionada para cada pessoa. Praticantes de atividades físicas ou atletas conseguem atingir um melhor desempenho e condicionamento físico quando recebem orientação nutricional. Cada modalidade esportiva requer um programa individualizado, com o objetivo de suprir as necessidades calóricas e de nutrientes, visando sempre desempenho físico e manutenção da saúde.

7. Prazer em comer bem
Um nutricionista não proíbe nenhum alimento. O procedimento é indicar refeições saudáveis e que combinem com o perfil de cada paciente. O profissional serve como auxílio para as pessoas que desejam mudar o comportamento alimentar e a visão que tem da comida. Tudo isso com o objetivo de tornar a alimentação um hábito saudável e prazeroso.

8. Terceira-idade tranquila
A terceira idade pode aproveitar ainda mais os benefícios de uma boa nutrição para melhorar a qualidade de vida. O idoso apresenta um quadro nutricional particular, e isso varia de acordo com a necessidade de cada um, que envolve não apenas hábitos, mas também peculiaridades orgânicas decorrentes do envelhecimento. O organismo pode apresentar, por exemplo, grande necessidade de ferro ou de cálcio. O estado nutricional está intimamente ligado a sua sobrevida.

Fonte: Saúde Plena

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Frutas vermelhas fazem bem ao cérebro de mulheres, diz estudo

Mulheres que consomem grande quantidade de mirtilos e morangos sofrem um declínio mental causado pela idade mais lento em comparação com mulheres que consomem poucas frutas ricas em flavonoides, afirma um estudo americano .
Baseados em uma pesquisa com mais de 16 mil mulheres que responderam a questionários regulares sobre seus hábitos de saúde de 1976 a 2001, os resultados mostram que as que comiam mais destas frutas atrasaram o declínio cognitivo em até 2,5 anos.
De 1995 a 2001, a cada dois anos, os pesquisadores mensuraram as funções mentais de pessoas com mais de 70 anos, de acordo com o estudo publicado nos Anais de Neurologia.
"Fornecemos as primeiras evidências epidemiológicas de que as 'berries' (frutas vermelhas) podem atrasar o avanço do declínio cognitivo em mulheres idosas", afirma Elizabeth Devore, médica do Hospital Brigham and Women e da Escola de Medicina de Harvard em Boston, Massachusetts.
"Nossas descobertas têm implicações significantes para a saúde pública, já que aumentar a ingestão de frutas vermelhas é uma modificação bastante simples para testar a proteção da cognição em adultos mais velhos".
Devore acrescenta que as descobertas são de importância particular para a população idosa, que está crescendo.
O número de americanos com 65 anos ou mais aumentou 15% de 2000 a 2010, de acordo com o censo dos Estados Unidos.
Robert Graham, médico do Hospital Lenox Hill, em Nova York, que não estava envolvido no estudo, disse que comer mais frutas vermelhas é uma boa ideia para pessoas de qualquer idade.



FONTE: G1



Bater fruta com leite no liquidificador ajuda a garantir vitaminas A, B, C e D.

As vitaminas de leite com frutas podem equivaler a uma refeição em termos nutricionais quando combinadas com aveia e outros ingredientes. Além disso, elas são uma ótima opção para o café da manhã e o lanche da tarde, segundo a nutricionista Priscila Maximino e o cirurgião do aparelho digestivo Fábio Atui.

O ideal é consumir tudo logo após o preparo, para uma maior absorção de vitaminas e minerais. Usar a casca das frutas também garante uma grande ingestão de fibras, o que melhora o funcionamento intestinal.

Para os fãs de mel, acrescentá-lo às receitas cítricas diminui a acidez e ainda dá mais cremosidade à vitamina. Quem precisa perder peso pode optar pelo leite desnatado, e todo mundo deve lavar bem as frutas antes do consumo.




Fonte: G1

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Quais alimentos devem ser evitados na gestação para minimizar a azia?



Durante a gestação, a mulher sofre diversos ajustes fisiológicos. Estas modificações podem causar sintomas desagradáveis e um deles é o surgimento da azia, comum em cerca de metade das grávidas a partir do segundo trimestre da gestação. Muitas vezes, o tratamento dietético por si só é suficiente, não sendo necessária intervenção medicamentosa para o alívio deste sintoma indesejado.

Azia, ou pirose, segundo o DeCS (Descritores em Ciência da Saúde), é definida por uma dor subesternal ou sensação de ardência, normalmente associada com regurgitação de suco gástrico no esôfago ou, ainda, uma "sensação de queimação da região retroesternal, estendendo-se até a base do pescoço ou para a garganta". Quando os episódios de azia são muito freqüentes, isto pode ser indicação da presença de refluxo gastroesofágico.

Ocorre que, durante a gestação, os níveis de progesterona estão elevados, causando um relaxamento da musculatura lisa. Assim, há um retardo no tempo de esvaziamento gástrico e, associado ao relaxamento do esfíncter, o conteúdo do estômago reflui para o esôfago. Estes sintomas potencializam-se ainda mais no último trimestre de gestação, quando o útero está bem maior e começa a comprimir o estômago, dificultando ainda mais o esvaziamento do mesmo.

A melhor maneira de driblar a azia durante a gravidez é evitar consumir certos alimentos e bebidas ditos como estimulantes da secreção ácido-gástrica, que retardam o esvaziamento gástrico. Sendo assim, o tratamento dietético consiste em retirar da dieta condimentos, molhos picantes, enlatados, alimentos gordurosos, doces, cremes, chocolates, frutas ou sucos cítricos, bebidas gaseificadas, café, chá e álcool. O fumo, estresse e ansiedade também entram como agravantes dessa manifestação clínica.

Outras recomendações como fracionar a alimentação, diminuir o volume de cada refeição, mastigar corretamente os alimentos, não deitar após as refeições e/ou elevar a cabeceira da cama também ajudam a diminuir o sintoma.

terça-feira, 17 de abril de 2012


Cálcio: você consome a quantidade recomendada?


O cálcio é muito importante para o nosso organismo, mas será que todos estão consumindo diariamente a quantidade adequada? 

A função primordial do cálcio é a formação de ossos e dentes, bem como sua manutenção. Outras funções importantes são: participação na coagulação sanguínea, na contração e relaxamento muscular e também na transmissão nervosa e regulação do batimento cardíaco.


A ingestão inadequada deste mineral durante o período de crescimento pode resultar em deficiência no futuro. A perda de massa óssea começa por volta dos 50 anos em ambos os sexos, porém nas mulheres progride com maior rapidez.

Podemos destacar algumas doenças decorrentes da falta de cálcio no organismo:

Osteoporose: Esta doença é originada pela perda de massa óssea, podendo ocorrer fraturas. 

Osteomalácia: Muito confundida com a osteoporose, nesta doença ocorre uma falha na mineralização da matriz óssea, causando também fraturas.

Raquitismo: É uma doença que provoca má formação dos ossos, durante o período de crescimento.

Para evitar essas doenças e para que o seu organismo exerça as funções da melhor maneira possível, é importante consumir todos os dias alimentos fontes de cálcio. São eles: leite, queijo, iogurte, peixes, vegetais de folha verde escura, como espinafre, agrião, rúcula, brócolis, couve, etc.
A recomendação diária para adultos é de 1.000mg. 


A absorção de cálcio pode ser prejudicada por alguns fatores, como a presença de ferro, um mineral presente em carnes e ovos. Por isso procure não consumir alimentos ricos em ferro junto com alimentos ricos em cálcio, como por exemplo: carne bovina e leite desnatado.

Já outras substâncias podem aumentar a absorção do cálcio pelo organismo, como é o caso da lactose do leite. O leite é uma fonte riquíssima de cálcio, e este cálcio é muito bem absorvido devido à lactose (açúcar do leite), que contribui para sua maior absorção. A vitamina D também aumenta a absorção de cálcio, por isso procure consumir alimentos ricos em vitamina D juntamente com o cálcio. Fontes: óleo de fígado de peixes, peixes como atum, cação, arenque, além de manteiga, gema de ovo, entre outros.

Lembrando que a maior fonte de vitamina D é obtida através da luz solar na pele. Os raios solares colaboram com a produção desta vitamina no organismo humano, que por sua vez, ajuda a fixar o cálcio. 

Para ter ossos e dentes fortes e evitar doenças como osteoporose, consuma sempre alimentos fontes deste importante mineral.


Fonte: Roberta dos Santos Silva / Nutricionista

Alimentação Balanceada



Fala-se muito que a alimentação balanceada é essencial para se ter saúde e bem-estar. E que desta maneira previne-se diversos males decorrentes da má alimentação, como colesterol e triglicérides, por exemplo, além de ajudar a manter a forma, garantir a longevidade e disposição. Mas na prática, você sabe como ter uma alimentação saudável?

Basicamente, para ser considerada balanceada, a alimentação deve conter alimentos de diversos tipos como: carne, verduras, legumes, arroz, macarrão, feijão, frutas, leite e derivados, e até mesmo gordura e açúcar, e atender às necessidades nutricionais do indivíduo. Esses alimentos se dividem em grupos alimentares, abaixo você vai saber quais são esses grupos, a freqüência com que devem ser consumidos, suas funções e os alimentos que compõe cada um deles.

Grupo dos Cereais

Neste grupo estão presentes os principais alimentos fonte de carboidratos, como: arroz, batata, macarrão, mandioca, pães, biscoitos, farinhas e massas em geral. Principal fonte de energia, todas as refeições devem ter pelo menos 1 alimento desse grupo.

Grupo das Frutas

A mais importante função deste grupo é fornecer vitaminas e minerais, nutrientes essenciais para proteção da saúde e diminuição dos riscos de desenvolver doenças crônicas. Por isso, é recomendado o consumo diário de alimentos deste grupo.

Grupo das Hortaliças

Pertencem a este grupo alimentos como: alface, tomate, abobrinha, beterraba, agrião, escarola, brócolis, espinafre, chuchu, entre outros. Assim como o grupo das frutas, a principal função deste grupo é fornecer os minerais e vitaminas necessários para o bom funcionamento do nosso organismo. Eles também devem ser consumidos diariamente.

Grupo do Leite e Derivados

A este grupo pertencem o leite e todos os seus derivados, requeijão, todos os tipos de queijo e iogurtes. O consumo diário desses alimentos é essencial para se obter o cálcio responsável pela saúde dos seus ossos, além de fontes de proteína. Mas prefira sempre os alimentos com menos quantidade de gordura como: leites e iogurtes desnatados e queijos como ricota, minas, branco, etc.

Grupo da Carnes 

Além das carnes bovinas, de frango e peixe, os ovos também pertencem a este grupo. É o grupo responsável por fornecer proteínas a nossa alimentação, além de vitaminas e minerais como ferro e vitamina B12. Recomenda-se o consumo diário de pelo menos um alimento deste grupo, dando sempre preferência a preparações assadas, cozidas ou grelhadas.

Grupo das Leguminosas

Alimentos como feijão, grão-de-bico, lentilha, soja e ervilha estão presentes neste grupo. Suas principais funções são fornecer proteínas de origem vegetal, gorduras insaturadas e vitaminas e minerais com funções antioxidantes. Por estes e outros motivos é importante que consuma pelo menos uma porção desses alimentos por dia.

Grupo das Gorduras

Pertencem a este grupo todos os óleos vegetais (azeite, óleo de soja, girassol, canola, etc), manteigas e margarinas, além de banha, toucinho, entre outros alimentos. As gorduras são fontes de energia, contém 9 kcal por grama, além de serem essenciais como veículo de vitaminas lipossolúveis e antioxidantes. Prefira sempre as gorduras de origem vegetal.

Grupo dos Doces e Açúcares

As maiores tentações pertencem a este grupo: bolos, tortas, chocolate, sorvete, açúcar, mel, balas, enfim, doces em geral. O açúcar também é fonte de energia, mas seu consumo deve ser moderado, pois o seu consumo excessivo está relacionado com o aumento de risco de obesidade e outras doenças crônicas não transmissíveis, como o diabetes.


FONTE: Camila Rebouças de Castro / Nutricionista