BRASILEIRO TEM FALTA DE
VITAMINA D E CONSOME MUITO SÓDIO, DIZ PESQUISA
Vitamina é essencial
para manter a força dos ossos e evitar fraturas.
Excesso
de sódio é fator de risco para infartos e derrames.
Os
brasileiros têm falta de vitamina D e consomem sódio em excesso, segundo a
análise do consumo alimentar pessoal no Brasil feita pela Pesquisa de
Orçamentos Familiares, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE) nesta
quinta-feira (28).
A pesquisa
mostrou que, entre os adultos com idades entre 19 e 59 anos, os micronutrientes
mais ausentes na alimentação são as vitaminas D e E, o cálcio, o magnésio e as
vitaminas A e C. Isso engloba tanto homens quanto mulheres. Além disso, 89% dos
homens dessa faixa etária e 70% das mulheres têm uma taxa de consumo de sódio
acima dos níveis considerados seguros.
Acima dos 60
anos, a deficiência é nos mesmos nutrientes, com piridonixa e tiamina também
entrando na lista. Entre os homens, 80% consomem mais sódio do que deveriam.
Mas a situação melhora entre as mulheres com mais de 60, com 62%.
Entre os
jovens com idades entre 10 e 18 anos, 70% consomem mais sódio do que o
recomendado. Eles também apresentaram mais falta de vitaminas E e D, cálcio,
vitamina A, fósforo, magnésio e vitamina C – e o problema é pior entre os
que têm de 14 a 18 anos.
Vitamina D
As deficiências de
vitamina D e cálcio estão intimamente ligadas, porque é ela quem ajuda o
organismo a absorver o mineral. A falta de ambos enfraquece os ossos e aumenta
a incidência de fraturas.
A principal fonte de
vitamina D não está na alimentação, mas no sol. Os médicos recomendam que todas
as pessoas passem pelo menos de 15 a 20 minutos no sol (antes das 10h da manhã,
para evitar o câncer de pele). Alimentos como leite, ovos, manteiga e peixes
também são fonte da vitamina.
Sódio
O sódio é encontrado
principalmente no sal de cozinha, mas também faz parte da composição de
inúmeros alimentos industrializados. O Ministério da Saúde recomenda que a
ingestão desse mineral não passe de 5g por dia.
O consumo excessivo leva
a problemas de coração e circulação, como a pressão alta, e é um fator de risco
para derrames cerebrais (ou AVCs) e infartos.

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